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dc.contributor.advisorRosas, Fernando César Weber-
dc.contributor.authorPazin, Michelle Gil Guterres-
dc.date.accessioned2020-02-13T18:21:44Z-
dc.date.available2020-02-13T18:21:44Z-
dc.date.issued2010-07-13-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/11221-
dc.description.abstractIn order to study the feeding ecology of the Amazonian manatee, we collected 230 fecal samples and analyzed 16 stomach contents of wild manatees during the flooded and low-water periods of the Amazon ecosystem between 1994 and 2008 in the Sustainable Development Reserves of Mamirauá (RDSM) and Amanã (RDSA). The plant species present in the samples were identified from the comparative analysis with an epidermal reference collection of 69 species potentially used by manatees in the Amazon. A total of 49 plant species were identified in the diet of the manatee. The five most common species were Hymenachne amplexicaulis, Oryza grandiglumis, Paspalum repens, Azolla caroliniana and Limnobium spongia. The family with the higher frequency of occurrence was Poaceae, with 91.5%. Plant species of emergent and free-floating habits were the most consumed. We identified 32 plant species in the RDSM, 18 in the low-water season and 28 in the high-water season. In the RDSA, 48 plant species were identified, of which 40 occurred in both periods. There were differences in the composition of plant species found in the feces and stomach contents of manatees between the low- and high-water periods (ANOSIM R = 0.092, p = 0.0002) but not between the várzea and igapó areas. Among the 49 plant species consumed by the manatees, nine plants presented toxic principles, mainly the groups of latex, cyanogenetic, containing saponin, and that accumulate nitrates and nitrites. The presence of invertebrates, seeds, plastic, sand and other unidentified materials were also observed in the feces samples and stomach contents of the Amazonian manatee. According to our results, the Amazon manatee feeds on a wide variety of plant species in both high- and low-water periods and in the várzea and igapó environments, and food supply only does not justify the seasonal migration of the species.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectAlimentação do Peixe-boipt_BR
dc.subjectEcologia alimentarpt_BR
dc.titleEcologia alimentar do peixe-boi da Amazônia (Trichechus Inunguis) (Sirenia, Trichechidae) nas reservas de desenvolvimento sustentável Mamirauá e Amanãpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorVenticinque, Eduardo Martins-
dc.identifier.author-latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4753859T6pt_BR
dc.publisher.programBiologia de Água Doce e Pesca Interior - BADPIpt_BR
dc.description.resumoFoi estudada a ecologia alimentar do peixe-boi da Amazônia (Trichechus inunguis) nas reservas de desenvolvimento sustentável Mamirauá (RDSM) e Amanã (RDSA), Amazônia Central. Entre 1994 e 2008 foram coletadas 230 amostras de fezes e 16 conteúdos estomacais de peixes-bois de vida livre, durante os períodos de cheia e de seca do ecossistema amazônico. As amostras foram analisadas e as espécies vegetais constituintes da dieta foram identificadas a partir da análise comparativa com uma coleção de referência epidérmica de 69 espécies vegetais de potencial consumo pelo peixe-boi da Amazônia. Foram identificadas 49 espécies vegetais na alimentação do peixe-boi. As cinco espécies de maior ocorrência foram Hymenachne amplexicaulis, Oryza grandiglumis, Paspalum repens, Azolla caroliniana e Limnobium spongia. A família de maior freqüência na dieta foi Poaceae, com 91,5%. As espécies vegetais de hábitos emergentes e flutuantes livres foram as mais consumidas. Na RDSM foram encontradas 32 espécies, sendo 18 no período de seca e 28 na cheia. Na RDSA foram identificadas 48 espécies, das quais 40 ocorreram em ambos os períodos. Houve diferença na composição de espécies vegetais encontradas nas fezes e conteúdos estomacais do peixe-boi entre os períodos de seca e cheia (R ANOSIM=0.092; p=0.0002), mas não entre várzea e igapó. Dentre as 49 espécies constituintes da dieta do peixe-boi da Amazônia, nove plantas com princípios tóxicos foram encontradas, sendo elas dos grupos das plantas com látex, cianogenéticas, que contem saponina, e que podem acumular nitritos e nitratos. Nas amostras de fezes e conteúdos estomacais também foi observada a presença de invertebrados, sementes, plástico, além de areia e outros materiais não identificados. Os resultados revelaram que o peixe-boi da Amazônia se alimenta de uma grande diversidade de espécies de plantas, tanto em períodos de cheia quanto de seca, e em ambientes de várzea e de igapó, e que oferta de alimento não representa por si só um fator justificante da migração sazonal da espécie.pt_BR
Appears in Collections:Mestrado - BADPI

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