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Title: Riqueza, composição, abundância e distribuição de ciclopóides nas regiões litorânea e limnética do lago Tupé, Manaus, AM, Brasil
Authors: Filho Segundo, Walter Oliva Pinto
metadata.dc.contributor.advisor: Silva, Edinaldo Nelson dos Santos
Keywords: Ciclopóides
Limnologia
Região limnética
Região litorânea
Lago Tupé
Issue Date: 29-Jun-2013
Publisher: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
metadata.dc.publisher.program: Biologia de Água Doce e Pesca Interior - BADPI
Abstract: Cyclopoids studies in Amazon Basin have been done through the years, concentrating mainly in the limnetic region of lakes and rivers, neglecting the littoral regions. In the present work, we show the composition and abundance of this species in those regions. The objective of our study was to investigate the composition, richness and abundance of cyclopoids species in various habitats from the Tupé lake. The samples was collected in the central limnetic region of the lake, and in the littoral regions, at Utricularia foliosa stands and serapilheira areas. The samples was collected in april, june, september, october and november of 2008 and february of 2009 taking qualitative and quantitative data. A total of 9 species of cyclopoids was recorded distributed in two families. The Cyclopidae family have the major number of species, while Oithonidae have the major abundance in whole study, being represented for just one specie (Oithona amazonica). We found the major richness of species at serapilheira (8), followed by U. foliosa stands (4) and limnetic region (3). The entry of water from the Negro river to the lake did not influenced the species richness and composition of cyclopoids from the limnetic region, however, this phenomenon formed new temporary habitats in the littoral region, changing the fauna from the lake. The large number of new species was mainly due to the study of the littoral region.
metadata.dc.description.resumo: Estudos com copépodes ciclopóides na bacia amazônica têm sido realizados ao longo dos anos, concentrando-se principalmente na região limnética dos lagos e rios, deixando de lado os organismos que habitam a região litorânea. Na Bacia Amazônica os registros de ciclopóides são escassos, e poucos estudos deram destaque para este grupo. Em lagos de água preta, a região litorânea é bastante diferenciada, especialmente pela falta de macrófitas aquáticas flutuantes e pelo alagamento da floresta de igapó e da serapilheira nas margens, o que constitui novos hábitats. No lago Tupé esta diferenciada zona litorânea não é permanente, estando presente apenas durante o período de águas altas, sendo que na seca as margens desse lago são predominantemente arenosas e o lago constitui um sistema tipicamente limnético. Neste trabalho tivemos o objetivo de determinar a composição, riqueza, abundancia e distribuição das espécies de ciclopóides associados a diferentes hábitats no lago Tupé. Os hábitats estudados compreenderam aqueles ligados a região central (zona limnética) do lago e os ligados a região litorânea (serapilheira e bancos da macrófita aquática Utricularia foliosa). Os períodos de amostragens compreenderam os meses de abril, junho, setembro, outubro e novembro de 2008 e fevereiro de 2009, obtendo-se dados qualitativos e quantitativos. Um total de 9 táxons de ciclopóides foram registrados, (Allocyclops neotropicalis, Eucyclops sp. Macrocyclops albidus albidus, Mesocyclops brasilianus, Mesocyclops longisetus, Metacyclops brauni, Microcyclops allius, Oithona amazonica e Thermocyclops decipiens) destacando-se a família Cyclopidae com maior numero de espécies (5), e a família Oithonidae com apenas um representante (Oithona amazonica) apresentou a maior abundância em todo o estudo. As maiores riquezas foram observadas na serapilheira (8) táxons, nos bancos de U. foliosa (4) e na região limnética (3). No geral a riqueza de espécies foi maior no período de águas altas, quando a floresta de igapó estava alagada e os bancos de U. foliosa e a serapilheira inundada tornavam-se presentes. A entrada de água para o lago e a formação de novos hábitats influenciou na riqueza de espécies da região litorânea, fato este que não ocorreu para a região limnética.
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