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dc.contributor.advisorSantos, Geraldo Mendes dos-
dc.contributor.authorFeio, Thalita Amorim-
dc.date.accessioned2020-02-13T18:21:52Z-
dc.date.available2020-02-13T18:21:52Z-
dc.date.issued2015-03-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/11251-
dc.description.abstractThe state of Amazonas is the largest producer of freshwater fish from Brazil, and most of the production is landed in Manaus. The consumption of this natural resource is a great expression of local culture, and most fish landed in Manaus are sold by brokers and retailers from the city. This paper aims to present fish trade characteristics in Manaus markets during in closed and open seasons, based on interviews with agents, merchants and consumers. Based on interviews and study of species for sale in Manaus markets, it is clear that arowana (Osteoglossum bicirrhosum), pacu (Mylossoma spp.), Sardines (Triportheus spp.), and tambaqui (Colossoma macropomum) were being sold in markets in the city during the closed season. There was no significant difference in the diversity of species marketed in closed and open seasons (P> 0.05). Studies of consumption patterns found that 77% of consumers eat fish once or twice a week, 17% ate fish three to four times a week and the other 6% reported consuming fish one to twice a month. Price was the most important factor for 77% of consumers when buying fish, while 20% considered quality the decisive factor and 3% gave the desired species as being most important. For male consumers, 59% said they did not have any food restriction, while 41% reported that they have restrictions when they have some kind of illness. For female respondents, 94% said they have a temporary food restriction, and will not eat certain species of fish when they are sick or when using a particular medication. The remaining 6% said they do not have any restriction. Overall, 86% of consumers reported ignoring the closed season and 14% of consumers said they know of the existence of the closed season, however, feel they do not have much information on the subject.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectPescapt_BR
dc.subjectComercialização do pescadopt_BR
dc.titleDiagnóstico da comercialização do pescado nas feiras de Manaus nos períodos de defeso e não defesopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/3716881762778186pt_BR
dc.publisher.programBiologia de Água Doce e Pesca Interior - BADPIpt_BR
dc.description.resumoO estado do Amazonas é o maior produtor de peixes de água doce do Brasil, e a maior parte da produção é desembarcada em Manaus e vendida, por despachantes e comerciantes varejistas da cidade, sendo que o consumo desse recurso natural é uma grande expressão da cultura local. O presente trabalho tem o objetivo de apresentar as características do comércio de pescado nas feiras de Manaus nos períodos de defeso e não defeso e para isso foram feitas entrevistas com despachantes, feirantes e consumidores. Após a realização de entrevistas e verificação dos pescados ofertados nas feiras de Manaus, pode-se constatar que durante o período de defeso, o aruanã (Osteoglossum bicirrhosum), pacu (Mylossoma spp.), a sardinha (Triportheus spp.) e o tambaqui (Colossoma macropomum), estavam sendo comercializadas nas feiras da cidade. A diversidade de espécies comercializadas nos períodos de defeso e não defeso não apresentaram diferenças significativas entre si (P>0,05). Com relação ao consumo verificou-se que 77% dos consumidores se alimentam de pescado uma a duas vezes por semana, 17% dos entrevistados relataram que consomem pescado de três a quatro vezes por semana e os demais 6% declararam que consomem pescado de uma a duas vezes no mês. 77% dos consumidores têm o preço como fator mais importante no momento da compra do pescado, 20% afirmam que a qualidade é um fator decisivo e 3% afirmam que encontrar a espécie desejada é mais importante. 59% dos consumidores do sexo masculino afirmaram que não possui nenhum tipo de restrição alimentar e 41% relataram que apresentam restrições, quando estão com algum tipo de enfermidade. 94% dos entrevistados do sexo feminino afirmaram que apresentam restrição alimentar temporária, pois não se alimentam de algumas espécies de peixes quando estão doentes ou quando fazem uso de alguma medicação e os demais 6% afirmaram que não possuem nenhum tipo de restrição as espécies de peixes da região. 86% dos consumidores relataram desconhecer o período de defeso e 14% dos consumidores afirmaram que sabem da existência do período de defeso, no entanto, afirmam não ter muitas informações sobre o assunto.pt_BR
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