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dc.contributor.advisorHamada, Neusa-
dc.contributor.authorPes, Ana Maria Oliveira-
dc.date.accessioned2020-02-17T20:22:17Z-
dc.date.available2020-02-17T20:22:17Z-
dc.date.issued2001-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/12566-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectInsetos aquáticospt_BR
dc.subjectTrichopterapt_BR
dc.titleTaxonomia e estrutura de comunidade de Trichoptera (Insecta) no município de Presidente Figueiredo, Amazonas, Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/3007356119697506pt_BR
dc.publisher.programEntomologiapt_BR
dc.description.resumoEstudos sobre Trichoptera, especialmente sobre os estágios larvais, são raros no Brasil. Dessa forma, este trabalho tem como objetivo incrementar o conhecimento sobre a taxonomia e estrutura da comunidade de Trichoptera, baseado no estágio larval, no município de Presidente Figueiredo, Amazônia Central, AM. Para relacionar fatores ambientais com a distribuição de morfótipos foram realiadas coletas em 26 igarapés no ano de 2000, uma na estação chuvosa (fevereiro-março) e outra na seca (seembro-outubro). Análise de correspondência sugere que áreas de turbulência e remanso são mais importantes para explicar a distribuição dos morfótipos do que as estações chuvosa e seca. Igarapés com fundo rochoso, áreas abertas e sem represamento, apresentaram maior riqueza ao nível de morfótipos. A correlação entre o número total de larvas coletadas e fatores físico-químicos dos igarapés indicou uma associação entre a vazão, velocidade e largura. Na estação chuvosa a distribuição das larvas apresentou correlação negativa com a profundidade e positiva com temperatura, na seca a correlação foi positiva com vazão e velocidade. Para avaliar a estrutura da comunidade de Trichoptera foram realizadas coletas mensais em três igarapés durante 8 meses (março a outubro de 2000). A estrutura da comunidade nesse período permaneceu estável, Smicridea (R.) sp. 1, Helicopsychidae sp. e Marilia sp. 1 foram os morfótipos mais freqüentes e abundantes nos três igarapés, enquanto que Glossosomatidae sp. 1 ocorreu apenas em dois igarapés. Foram coletados 8.159 imaturos de Trichoptera, distribuídos em 11 famílias, 32 gêneros e 55 morfótipos, as famílias com maior número de gêneros foram Hydropsychidae e Hydroptilidae. Foram registrados pela primeira vez para Amazônia Brasileira a família Xiphocentronidae e os gêneros Alisotrichia, Anchitrichia, hydroptila, Zumatrichia, Taraxitrichia, Atanatolica e Xiphocentron. Uma chave ilustrada para identificação de famílias e gêneros de larvas de Triichoptera para a área de estudo é apresentada.pt_BR
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