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Title: Ecofisiologia de plantas da Amazônia. 2 - Anatomia foliar e ecofisiologia de Bertholletia excelsa Humb. & Benpl. (Castanha-do-pará) - Lecythidaceae.
Authors: Medri, Moacyr E.
Lleras, Eduardo
Issue Date: 1979
metadata.dc.publisher.journal: Acta Amazonica
metadata.dc.relation.ispartof: Volume 9, Número 1, Pags. 15-23
Abstract: Anatomical variations of the leaves of Bertholletia excelsa (Brazil nut) collected at different heights of the same tree are presented here. The results agree with the postulates proposed in Zalenski's Law. It was found that from the base to the canopy of the tree (as conditions gradually become more xeric) the number of stomata/mm2 increased, the mesophyll became thicker, the leaves decreased in size, and the number of vessels increased. Our results were somewhat different from what was found in Pogonophora schomburgkiana (Leite & Lieras, 1978) where the statiscally significant differences were between the basal-middle strata, whereas in Bertholletia they were between the middle and canopy strata. This was taken to reflect differences in growing conditions and not in the mechanism of phenotypic variation (allthough we do not wish to imply that there is no difference). Comparison of the results here presented with those of Medri (1977) for Hevea brasiliensis suggests that this species is phenotypically more plastic (for leaves) than Bertolletia excelsa as in general, characters varied in a wider range. It is suggested that some phenotypically highly sensitive species may, in time, be used as bio-indicators.", 'en
metadata.dc.description.resumo: Variações anatômicas nas folhas de Bertholletia excelsa (Castanha-do-pará) coletadas a diferentes alturas da mesma árvore são apresentadas aqui. Encontrou-se que da base para a copa da árvore (com as condições tornando-se gradualmente mais xéricas) o número de estômatos/mm2 aumentou, o mesófilo tornou-se mais espesso, as folhas diminuíram de tamanho e o número de vasos aumentou. Estes resultados diferem do que foi encontrado para Pogonophora schomburgkiana (Leite & Lleras, 1978) onde as diferenças estatisticamente significantes foram entre os estratos basal e médio, enquanto em Bertholletia foram entre os estratos médio e apical. Isto foi considerado como refletindo diferenças em condições de crescimento e não no mecanismo de variação fenotípica (porém, não quer isso implicar que não exista esta diferença). Comparação dos resultados aqui apresentados com os de Medri (1977) para Hevea brasiliensis, sugere que esta espécie é fenotipicamente mais plástica (em folhas) que Bertholletia excelsa, pois em geral os caracteres apresentaram uma faixa de variação mais ampla. Sugere-se que algumas espécies de alta sensitividade fenotípica poderão, com o tempo, ser utilizadas como bioindicadores.
URI: https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/14238
metadata.dc.identifier.doi: 10.1590/1809-43921979091015
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