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dc.contributor.advisorFeldberg, Eliana-
dc.contributor.authorSantos, Aldaléia Carmo dos-
dc.date.accessioned2021-04-16T18:41:20Z-
dc.date.available2021-04-16T18:41:20Z-
dc.date.issued2006-08-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/37517-
dc.description.abstractCytogenetic studies were performed on 13 species of acarás in the family Cichlidae, subfamily Cichlasomatinae, collected from different locations in the Amazon basin. Of these, two exhibited 2n=50, one 2n=42, two 2n=46, and eight 2n=48 chromosomes. Different karyotypic formulae were found in this subfamily, with the number of arms varying from 50 to 60. This degree of variation in diploid number and karyotypic formulae within the family suggests the presence of both Robertsonian (fission and fusion) and non-Robertsonian (inversions and translocations) rearrangements. Robertsonian rearrangements increase or decrease the diploid number, while non-Robertsonian rearrangements modify the karyotypic formula. The nucleolar organizing regions, an excellent chromosomal marker among fish, varied in their chromosomal locations, as well as in their karyotypic positions. Nine species had simple NORs, with three on the first pair of the complement. Two species had multiple NORs, but never in more than two chromosome pairs. Constitutive heterochromatin was present in the centromeric region of all chromosomes in all species; however some exhibited quite evident blocks, while others were paler. The cytogenetic data obtained for the subfamily Cichlasomatinae during this study corroborates its derived position in the Cichlidae family, most notably the diversity of diploid numbers and karyotypic formulae and the species-specific location and position of the NOR and heterochromatin blocks. This diversity may be considered, without a doubt, as consequence of the chromosome rearrangements.en
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisa da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectPeixespt_BR
dc.subjectCichlidaept_BR
dc.subjectrearranjos cromossômicospt_BR
dc.subjectAmazôniapt_BR
dc.titleCaracterização cromossômica de espécies de acarás da subfamília Cichlasomatinae (Perciformes: Cichlidae) da Amazônia Centralpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorZuanon, Jansen Alfredo Sampaio-
dc.identifier.author-latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4766909U0pt_BR
dc.publisher.programGenética, Conservação e Biologia Evolutiva - GCBEvpt_BR
dc.description.resumoForam realizados estudos citogenéticos em 13 espécies de acarás pertencentes à subfamília Cichlasomatinae, família Cichlidae, coletadas em diferentes locais da bacia amazônica. Destas, duas apresentaram 2n=50, uma 2n=42, duas 2n=46 e oito 2n=48 cromossomos. O número de braços variou de 50 a 60, ou seja, diferentes fórmulas cariotípicas foram evidenciadas nesta subfamília. Esta variação tanto no número diplóide como no número de braços das espécies, sugere a presença de rearranjos tanto Robertsonianos (fissão e fusão), que aumentam e diminuem o número diplóide, como não Robertsonianos (inversões e translocações), que modificam a fórmula cariotípica. As regiões organizadoras de nucléolo, um excelente marcador cromossômico entre os peixes, também apresentaram variação em relação à sua localização no cromossomo, bem como em relação à sua posição no cariótipo. Nove espécies mostraram NORs simples, sendo três no primeiro par do complemento. Duas espécies apresentaram NORs múltiplas, mas nunca em mais que dois pares. A heterocromatina constitutiva foi evidenciada na região centromérica de todos os cromossomos de todas as espécies, entretanto algumas apresentaram blocos bem evidentes e outros mais pálidos. Os dados citogenéticos obtidos no presente trabalho para a subfamília Cichlasomatinae corroboram sua posição derivada na família Cichlidae, devido à diversidade de números diplóides, fórmulas cariotípicas, localização e posição da NOR e blocos heterocromáticos espécie-específicos. Esta diversidade pode ser considerada, sem dúvida, como conseqüência dos rearranjos cromossômicos ocorridos nesse grupo.pt_BR
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