Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/37601
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorRafael, Miriam Silva-
dc.contributor.authorSantos Júnior, Ivanildo Pereira dos-
dc.date.accessioned2021-04-16T18:41:33Z-
dc.date.available2021-04-16T18:41:33Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/37601-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisa da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectAnopheles albitarsispt_BR
dc.subjectAnopheles -- Citogenética -- Amazonaspt_BR
dc.subjectAnopheles -- Citogenética -- Ilha Compida (SP)pt_BR
dc.titleAnálises citogenéticas em Anopheles albitarsis (Diptera, Culicidae) de Iranduba e Coari (AM) e Ilha Comprida (SP)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programGenética, Conservação e Biologia Evolutiva - GCBEvpt_BR
dc.description.resumoO presente estudo forneceu dados sobre o cariótipo, bandeamento C e as regiões organizadoras nucleolares (NORs) do complexo Anopheles albitarsis (Nyssorhynchus) albitarsis sensu lato de Iranduba e Coari (AM) e de Ilha Comprida (SP). Este complexo de espécies tem sido incriminado como vetor de malária e apresenta um controvertido status taxonômico. É formado por quatro espécies crípticas: A. albitarsis, Anopheles marajoara, Anopheles deaneorum e uma quarta espécie a ser descrita. Amostras de A. albitarsis foram capturadas e as larvas, ao atingirem o 4°. estádio, foram usadas para as preparações das lâminas e submetidas às técnicas de coloração com Giemsa, bandeamento C e FISH. As técnicas de coloração com Giemsa e bandeamento C têm sido úteis para identificar espécies crípticas do gênero Anopheles. A. albitarsis mostrou cariótipo 2n=6 para as populações analisadas. Blocos de heterocromatina constitutiva foram evidenciados nos centrômeros do par acrocêntrico (XX), cromossomo puntiforme (Y), autossomos e mostraram variação intraespecífica. Um método usado para identificar as regiões organizadoras nucleolares (NORs) é a hibridização in situ fluorescente (FISH), e que tem sido útil para o estudo das funções e evolução do genoma. A FISH mostrou que os sinais fluorescentes mapearam a região pericentromérica dos cromossomos sexuais (XXXY) e uma coincidência com o número e a localização de blocos de heterocromatina constitutiva, previamente revelados pela técnica de Bandeamento C. Embora não tenham sido detectadas variações interespecíficas no número e localização dos loci 45S, um polimorfismo de tamanho na região organizadora de nucléolos foi observado entre os homólogos das três populações. A estabilidade das NORs observada no complexo albitarsis é caracterizado pela presença desses sítios agrupados e conservados em um único par de cromossomos desses mosquitos. Este trabalho contribuiu para a organização e compreensão da estrutura e evolução do genoma do complexo de espécies de A. albitarsis dessas três localidades, duas na região central da bacia amazônica e uma do sudeste brasileiro.pt_BR
Aparece nas coleções:Mestrado - GCBEv

Arquivos associados a este item:
Arquivo TamanhoFormato 
tese_inpa.pdf4,6 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons