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dc.contributor.advisorVal, Vera Maria Fonseca de Almeida e-
dc.contributor.authorSouza, Samara Silva de-
dc.date.accessioned2021-04-16T18:41:36Z-
dc.date.available2021-04-16T18:41:36Z-
dc.date.issued2016-04-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/37620-
dc.description.abstractThe specific characteristics of Amazonian aquatic ecosystems, such as seasonal and daily variations in dissolved oxygen in water can aggravate the effects of aquatic contamination, increasing the damages caused by pollutants to aquatic organisms. Thus, the aim of the present study was to evaluate the physiological, biochemical, genotoxic, histopathological and genetic responses of Colossoma macropomum, emphasizing the expression of the gene TP53, a tumor supressor after naphthalene (Naph) contamination and subsequent hypoxia exposures. Firstly, the effects of Naph on metabolic rate at different water PO2, to set the critical oxygen tension (PO2 crit), was deternined. Therefore, tambaqui were intraperitoneally injeted with Naph (50 mg/kg), using corn oil as carrier, and maintained in individual glass containers under constant aeration. After 96 hours fish were transferred to respirometry chambers, submitted to progressive hypoxia, and the O2 consumption was monitored for the determination of PO2 crit. In the second experiment, fish received intraperitoneal injection of Naph (50 mg/kg), kept for 96 hours under normal oxygen conditions and, subsequently subjected to hypoxia during 6 hours. We observed that oxygen consumption and the critical oxygen tension in C. macropomum were not affected by Naph. Moreover, hematological parameters and plasma glucose were altered in response to hypoxia but not to Naph. Instead, Naph contamination and subsequent exposure to hypoxia altered the activity of biotransformation (GST) and antioxidant (CAT) enzymes with no effects on lipidic peroxidation. Exposure to Naph resulted in DNA damages without the influence of hypoxia. Hepatic lesions were moderate, and some were accentuated by further exposure to hypoxia. Naphthalene and hypoxia presented opposite effects on expression of the tumor suppressor TP53. The responses of C. macropomum to Naph were accentuated by hypoxia, mainly in the hepatic damage. Furthermore, hypoxia impaired transcription of TP53 in fish contaminated with Naph, demonstrating the importance of considering hypoxia as a risk factor for aquatic contamination, particularly where hypoxic conditions occur in a daily and seasonal basis.en
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisa da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectTambaquipt_BR
dc.subjectColossoma macropomumpt_BR
dc.subjectNaftalenopt_BR
dc.titleRespostas fisiológicas, genotóxicas, histopatológicas e genéticas da espécie Colossoma macropomum (Cuvier, 1818) contaminada por naftaleno e exposta à hipóxiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorSilva, Grazyelle Sebrenski da-
dc.identifier.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/8712268108262919pt_BR
dc.publisher.programGenética, Conservação e Biologia Evolutiva - GCBEvpt_BR
dc.description.resumoAs características particulares dos ecossistemas aquáticos amazônicos, como as variações sazonais e diárias na concentração de oxigênio dissolvido na água, podem agravar os efeitos da contaminação aquática, acentuando os danos causados por poluentes aos organismos aquáticos. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar as respostas fisiológicas, bioquímicas, genotóxicas, histopatológicas e genéticas da espécie Colossoma macropomum, enfatizando a expressão do gene supressor tumoral TP53, após a contaminação por naftaleno e posterior exposição a hipóxia. Primeiramente, foi observado o efeito do naftaleno (Naph) na taxa metabólica dos animais em diferentes pressões de oxigênio para determinar a pressão crítica de oxigênio (PO2 crit), quando o animal passa de oxi-regulador para oxi-conformador. Para tanto, os peixes foram injetados intraperitonealmente com naftaleno (50 mg/kg), tendo o óleo de milho como carreador, mantidos durante 96 horas em recipientes de vidro sob aeração constante. Decorrido o tempo de exposição, os peixes foram transferidos para câmaras de respirometria, onde foram submetidos a hipóxia progressiva e o consumo de O2 foi monitorado para a determinação da PO2 crit. No segundo experimento, os peixes receberam injeção intraperitoneal de Naph (50 mg/kg) e, foram mantidos durante 96 horas em condições normais de oxigênio, posteriormente, foram submetidos a 6 horas de hipóxia. Os resultados demonstraram que o naftaleno não afetou o consumo de oxigênio e a pressão crítica de oxigênio em C. macropomum. Além disso, os parâmetros hematológicos e a glicose plasmática foram modulados apenas em resposta à hipóxia. Por outro lado, a contaminação com naftaleno e exposição posterior à hipóxia alterou a atividade de enzimas de biotransformação (GST) e antioxidante (CAT) sem efeitos sobre a lipoperoxidação. A contaminação com naftaleno resultou em danos à molécula de DNA sem, no entanto, que houvesse posterior influência da hipóxia. As lesões hepáticas foram moderadas, mas algumas foram acentuadas pela exposição à hipóxia. Naftaleno e hipóxia apresentaram efeitos opostos sobre à expressão do supressor tumoral TP53. As respostas de C. macropomum ao naftaleno foram acentuadas pela exposição à hipóxia, especialmente nos danos hepáticos, além disso, a hipóxia prejudicou a transcrição de TP53 em peixes contaminados com naftaleno, demonstrando a importância de se considerar a hipóxia como um fator de risco para a contaminação aquática, especialmente, em ambiente onde condições hipóxicas ocorrem diária e sazonalmente.pt_BR
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