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dc.contributor.advisorBertollo, Luís Antonio Carlos-
dc.contributor.authorPorto, Jorge Ivan Rebelo-
dc.date.accessioned2021-09-21T18:51:43Z-
dc.date.available2021-09-21T18:51:43Z-
dc.date.issued1999-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/38113-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.titleAnálises cariotípicas e sequenciamento de mtDNA de populações de Mylesinus paraschomburgkii (Characiformes, Serrasalmidae) da bacia amazônicapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programBiologia de Água Doce e Pesca Interior - BADPIpt_BR
dc.description.resumoMylesinus paraschomburgkii é considerada uma espécie reofílica, tendo uma alta especificidade por habitats de cachoeiras e corredeiras de alguns dos tributários do rio Amazonas que fluem do escudo guianense. Dados morfológicos e parasitológicos previamente obtidos identificaram diferenciações populacionais ao longo da distribuição de M. paraschomburgkii. Nesse trabalho, foram realizadas análises moleculares e citológicas para inferir a filogeografia, acessar a estrutura genética das populações, e determinar se existem diferenças genéticas populacionais. No nível molecular, diferenciações inter e intra-populacionais foram acessadas através do uso do sequenciamento do mtDNA e da reação da polimerase em cadeia associada ao polimorfismo do comprimento dos fragmentos de restrição (PCR-RFLP) e no nível citológico, através da comparação cariotípica (mortologia e bandamentos). Foram sequenciados 847 pares de base (bp) de dois segmentos do DNA mitocondrial (mtDNA) de M. paraschomburgkii: o ND4L/ND4 e a Alça-D (também chamada região controladora). As coletas foram realizadas nas bacias de drenagem dos rios Uatumã, Trombetas e Jari. Além disso, dois grupos externos foram analizados: Tometes sp. do rio Xingu e Colossoma macropomum do rio Amazonas. Foi evidenciada diferenciação populacional entre as drenagens (divergência média das sequências de ~2,1%, para o ND4L/ND4, e 5,2%, para a Alça-D). Apenas uma árvore evolutiva, das quatro topologias resultantes na análise, indicou a população do Jari como grupo-irmão das populações do Trombetas e Uatumã. Portanto, a separação da populações no sentido Leste para Oeste, como previamente hipotetizado, não foi unanimemente corroborada pelas análises de sequências.pt_BR
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