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dc.contributor.advisorCarneiro Filho, Arnaldo-
dc.contributor.authorTrancoso, Ralph-
dc.date.accessioned2020-01-08T19:56:31Z-
dc.date.available2020-01-08T19:56:31Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/4950-
dc.description.abstractTo evaluate the hydrological impacts of deforestation, three studies at different spatial scales, from regional to local were realized. At the first, scale, the larger basins of Amazônia have been delineated to quantify the area of deforestation and protected areas in each one of these. At the second scale, river discharges and precipitation time series over the larger watersheds with highest deforestation leveis were analyzed. At the third and smallest scale, which covers two catchments with different land cover types, forest and grass, a field experiment has been implemented. The objective of the experiment was a comparativa analysis of hydrological behavior between the catchments. The large watersheds with major deforested areas are Madeira, Tapajós and Xingu river basins with 113350, 94670 and 68117 Km^ deforested respectively. The same watersheds showed highest annual deforestation rates from 2001 to 2004, where their headwaters are predominantiy impacted. Trend analysis of streamflow histórica! records of these three large watersheds did not show any increase signal to deforestation, instead 40% of river gauge stations demonstrated a decrease. Although deforestation comprises up to 60% of the watershed drained area, no alterations in hydrological regime were found according to statistical tests used. Precipitation historical records showed similar patterns to streamflow with a decrease of 40% over the watershed area. Regression analysis between annual trend slopes of streamflow and precipitation revealed that streamflow decrease is due to precipitation decrease (R =0,45; p=0,006). These resuits show that in large basins, even with high deforestation leveis, changes in streamflow regime are due to climatic variability, not to land cover changes. Despite the difficulty to detect hydrological changes related to land cover changes in large basins, in small catchments, hydrological changes are evident. In spite of precipitation similarity between catchments with differences of only 20 mm, within the analyzed period, significant differences were found in water balance componente. Evapotranspiration was 1,1 mm.day'"* below within the pasture catchment. Streamflow and water storage were respectively 0,98 mm.day'^ e 0,25 mm.day"^ higher within the pasture catchment. Stormflow yield was 15,28% within forest and 26,41% within pasture. Runoff coefficients (relation Q/P) were 0,17 and 0,32 for forest and pasture respectively. The isolated events of precipitation and discharge revealed significant differences in speed response to precipitation between fores and pasture. The flow duration curves showed irregularities in streamflow componente in the pasture catchment. Forest absorbs a great part of available water by evapotranpiration, it exercises an important ecological role in the balance of hydrological cycles. For this reason, forest replacement has significant impacts on the ability to regularize floods during the wet season and droughts in dry seasons. This study among others of experimental catchment approaches, suggest that large scale deforestation within the headwaters of Madeira, Tapajós and Xingu river basins, should show hydrological responses at the local scale. Though, these seem to be attenuated with increase of the catchment size.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectAmazôniapt_BR
dc.subjectDesmatamentopt_BR
dc.subjectBacias hidrográficaspt_BR
dc.titleMudanças na cobertura da terra e alterações na resposta hidrológica de bacias hidrográficas na Amazôniapt_BR
dc.title.alternativeLand cover chances and disturbances in hydrological response of amazonian watershedspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorTomasella, Javier-
dc.identifier.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/5623625148804473pt_BR
dc.publisher.programCiências de Florestas Tropicais - CFTpt_BR
dc.description.resumoObjetivando avaliar os impactos hidrológicos do desflorestamento, foram realizados três estudos em escalas distintas. No primeiro deles as macrobacias da Amazônia foram delimitadas e foram quantificados o desflorestamento e áreas protegidas em cada uma delas; No segundo foram realizadas análises em séries históricas de vazão e precipitação das macrobacias com maiores níveis de desflorestamento; O terceiro foi realizado em micro escala, onde duas microbacias com floresta e pastagem foram instrumentadas em um estudo hidrológico comparativo. As macrobacias com maiores áreas desflorestadas foram às bacias dos rios Madeira, Tapajós e Xingu (113350, 94670 e 68117 Km^ desflorestados respectivamente). As mesmas bacias apresentaram as maiores taxas anuais de desflorestamento nos anos de 2001 a 2004, sendo atingidas predominantemente suas cabeceiras de drenagem. Análises de tendência em séries históricas de vazão em 30 sub-bacias dessas três macrobacias não indicaram sinais de aumento, apenas de redução em 40% das estações analisadas. Embora o desflorestamento abranja até 60% da área drenada pelas sub-bacias, com base nos testes estatísticos utilizados não foram detectadas alterações no regime hidrológico. A análise das séries de precipitação mostrou padrão semelhante ao observado na vazão com 40% de redução. A regressão entre as magnitudes anuais de tendência na vazão e precipitação indicou que a redução na vazão é explicada pela redução na precipitação (R^=0,45; p=0,006), evidenciando que em grandes bacias, mesmo com elevados níveis de desflorestamento, as mudanças de vazão são explicadas pelas mudanças sazonais do clima e não por possíveis impactos do uso da terra. Apesar da dificuldade na detecção de alterações hidrológicas relacionadas a mudanças na cobertura da terra em grandes bacias, em microbacias elas são evidentes. Embora a precipitação tenha sido semelhante, com apenas 20 mm de diferença no período analisado, foram observadas alterações significativas nos componentes do balanço hídrico. A evapotranspiração foi 1,1 mm.dia"^ inferior na pastagem, a vazão e o armazenamento foram respectivamente de 0,98 mm.dia" e 0,25 mm.dia'^ superiores na pastagem. A produção de escoamento direto na floresta foi de 15,28% da vazão enquanto na pastagem foi de 26,47%, sendo o coeficiente de escoamento (relação Q/P) de 0,17 e 0,32 para floresta e pastagem respectivamente. A análise de eventos isolados de precipitação e vazão indicou diferenças significativas na velocidade de resposta à precipitação entre as microbacias com floresta e pastagem. As curvas de permanência demonstraram maior irregularidade na distribuição sazonal dos componentes do deflúvio na pastagem. Apesar de consumir grande parte da água via evapotranspiração, a floresta detém importantes funções ecológicas no equilíbrio dos fluxos hidrológicos. Por outro lado, a remoção de floresta tem impactos significativos na capacidade de regularização das bacias, seja amortecendo as periódicas enchentes, seja na regularização do fluxo de base na estação seca. Este e outros estudos em microbacias sugerem que, as extensas áreas que vem sendo desflorestadas nas regiões de cabeceiras de drenagem das bacias dos rios Madeira, Tapajós e Xingu apresentam alterações hidrológicas em escala local, porém elas parecem ser diluídas com o aumento da área drenada pela bacia.pt_BR
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