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dc.contributor.advisorGonçalves, José Francisco de Carvalho-
dc.contributor.authorLima, Renata Braga Souza-
dc.date.accessioned2020-01-08T20:13:35Z-
dc.date.available2020-01-08T20:13:35Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/4951-
dc.description.abstractIn lhe Amazonian forest, lhe rosewood {Aniha rosaeodora Ducke) is dislinguishcd for being an aromatica! species with great commercia! value. above ali. for lhe physiochemical propenies of rich oi! ni linaloí, However, in spile cf lhe imporlance of lhe rosewood. slill lililc knowledge exisls as for lhe physiology and lhe biochemical characlerislics of lhal species. This way, lhe objeclive of this work was to 'ivesligale lhe varialions in lhe physiological characlerislics and lhe volatile oi! concentratio .s and iinalol in leaves of rosewood irees in reply lo diíferem precipilaiion periods. The experimenl was made in len Irees (± 40 years) of lhe planlalion in lhe Adolpho Ducke Foresl Reserve, during lhe period of high (April) and low (Seplember) precipilalion, in the year of 2005. The analyzed variabies were: leaf waler polenliai in lhe pre-dawn (Tam) and midday (^TmdX pressure-volume curves, concenlralion of lhe slorage. lenor of nulrienls, chioroplaslid pigmenl concenlralion, gas exchanges, lenor of lhe volatile oil and of Iinalol in the leaves. The rosewood plants presented high values of the potential hídrico during the rainy period with average of of-0,07 MPa and of of-0,21 MPa; during lhe period of low precipilalion, lhe resuits were of-0,49 MPa and -2.02 MPa, respeclively. In thal period, lhe osmotic polentials in nuli turgidity (4^o) and in full lurgidily (H^ioo) aiso presented decrease, corresponding -0,26 and of-1,81 MPa, respeclively. in relation lo lhe rainy period. This osmotic adjuslmeni mighl have been usea by lhe planis as a slrategy for lhe besl absorpiion of waler during lhe period of smaller precipilalion, parlly, explained by the increase in lhe lenor of the soluble sugars in leaves observed in the same period. in the rosewood leaves. lhe concenlralion of nilrogen (N) didn'l vary, while was observed high malch lenors of phosphorus (P) and of polassium (K) during lhe period of low precipilalion, whal can be relaled lo lhe mainlenance of lhe fundamenlal processes as the breathing. pholosynlhesis and in lhe osmolic regulalion. respeclively. Conlrary lo lhe observed for P and K during ihis period. calcium (Ca) and magnesium (Mg) leveis decreased. For lhe micronutrienles. differences were nol observed in lhe concenlralions. Chiorophyll a contei decreased in lhe dry period. nol happening difference for lhe lenor of lhe chiorophyll h. The decrease of lhe chiorophyll a mighl be relaled wiih lhe degradalion of ihis pigmenl during lhe dry period, as well as duc lhe reduclion of Mg in lhe leaves.lhe pholosynlhesis rale of lhe rosewood was 34.2% higher, during lhe rainy period. in relation lo lhe dry period. lhe breathing rale (Rd). uniike lhe A. increased during lhe period of low precipilalion. On lhe olher hand, lhe slomalal conduclance (gs) decrease and consequcnlK. lhe Iranspiralion rale presented lhe same behavior, with decrease of 46.2%. The rale of eleclrons transport (Jmaxluz) and the carboxylation rate did nol vary during thc periods evalualed. However, the photorespiration rate (Pr) increased during the period of low precipitation, probably to alleviating the excess of energy, The water use efilcicncy (WUK) and the intrinsic water use etficiency (IWUE) also increased, behavior favorable to the plant, once. that the rcductions of the E and of the gs was higher than the decrease of A. To the content of volatile oil. ihis was lov/er during the period of high precipitation, corrcsponding to 2.!%, while in thc period oí low precipitation it was 2.4%. Uniike the oil, high contents were observed during the period of high precipitation differing in approximately 15.3%. Thereíbre. conflrming our original hypotheses rosewood trees shovved physiological characteristics of adaptability to the different regime of precipitation analyzed, particularly for osmotic regulation and in control of stomatal conductancc, likewise for the synthesis of the jíI, being a plant strategy against the water stress or a response to the increase in the leaf phosphorus concentrationpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEcofisiologia vegetalpt_BR
dc.subjectPau-rosapt_BR
dc.titleCaracterísticas fisiológicas e conteúdo de óleos voláteis em folhas de pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke) em diferentes períodos de precipitação, na Amazônia Centralpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/7521525837134034pt_BR
dc.publisher.programCiências de Florestas Tropicais - CFTpt_BR
dc.description.resumoNa floresta amazônica, o pau-rosa (Aniha rosaeodora Ducke) destaca-se por ser uma espécie arornática com grande valor comercial, sobretudo, pelas propriedades físico químicas de seu óleo rico em linalol. No entanto, a despeito da importância do pau-rosa, ainda existe pouco conhecimento quanto à fisiologia e as características bioquímicas dessa espécie. Desta forma, o objetivo desse trabalho foi investigar as variações nas características fisiológicas e nas concentrações de óleos voláteis e linalol em folhas de árvores de pau-rosa em resposta a diferentes períodos de precipitação. O experimento foi conduzido em dez árvores (± 40 anos) do plantio na Reserva Florestal Adolpho Ducke, durante o período de maior (abril) e menor (setembro) precipitação, no ano de 2005. As variáveis analisadas foram: potencial hídrico foliar do antemanhã (4^am) e ao meio-dia (4^md), curv:i pressão-volume, concentração dos carboidratos. teor de nutrientes, concentração de pigmentos cloroplastídicos, trocas gasosas, teor do óleo volátil e de linalol nas folhas. As plantas de pau-rosa apresentaram maiores valores do potencial hídrico durante o período chuvoso com média do ^am de -0,07 MPa e do de -0,21 MPa; durante o período de menor precipitação, os resultados foram de -0,49 MPa e -2,02 MPa, respectivamente. Nesse período, os potenciais osmóticos em turgescência nula (S^o) e em turgescência plena (4^mo) também apresentaram diminuição, correspondente a -0,26 e de -1.81 MPa. respectivamente, em relação ao período chuvoso. Esse ajuste osmótico pode ter sido utilizado pelas plantas como uma estratégia para a melhor absorção de água durante o período de menor precipitação, em parte, explicado pelo aumento no teor dos açúcares solúveis foliares observado no mesmo período. Nas folhas de pau-rosa, a concentração de nitrogênio (N) não variou, enquanto que foi observado maiores teores de fósforo (P) e de potássio (K) durante o período de menor precipitação, o que pode estar relacionado à manutenção dos processos fundamentais como a respiração, fotossíntese e na regulação osmótica, respectivamente. Ao contrário do P e K, durante esse período, ocorreu diminuição na concentração de cálcio (Ca) e de magnésio (Mg). Quanto aos micronutrientes, não foram observadas diferenças nas concentrações. A concentração da clorofila a diminuiu no período seco. não ocorrendo diferença quanto ao teor da clorolila b. A diminuição da clorofila a pode estar relacionada à degradação desse pigmento durante o período mais seco, assim como devido a diminuição de Mg foliar. O valor da taxa de fotossíntese (A) do pau-rosa foi superior cerca de 34.2%. durante o período chuvoso, em relação ao período seco. A respiração (Rd), ao contrário da A, aumentou durante o período de menor precipitação. Por outro lado, oouve uma diminuição na condutância estomática (gs) e. conseqüentemente, a taxa de transpiração (E) apresentou o mesmo comportamento, com diminuição de 46,2%. As taxas de transporte de elétrons (Jmaxu,,) e a taxa de carboxilação (Vcu./) não variaram entre os diferentes períodos. No entanto, a fotorrespiração (Pr) aumentou durante o período de menor precipitação, provavelmente para dissipar o excesso de energia. A eficiência do uso da água (EUA) e a eficiência intrínseca do uso da água (ElUA) também aumentaram, comportamento esse favorável à planta, uma vez, que as reduções da E e da gs ocorreram em maior proporção do que a diminuição da A. Quanto ao rendimento do óleo volátil, este foi menor no período chuvoso, correspondendo a 2,1%. enquanto que no período dc menor precipitação tbi igual a 2.4%. Ao contrário do óleo, o maior teor de linalol foi observado na folha durante o período chuvoso, com diferença de aproximadamente 15,3%. Desta forma, confirmando a hipótese original, plantas de pau-rosa desenvolveram características fisiológicas de adaptabilidade em relação aos diferentes períodos de precipitação, particularmente, na regulação osmótica e no controle da condutância estomática, assim também para a síntese do óleo. podendo ser uma estratégia de proteção ao estresse hídrico ou uma provável relação com o aumento de fósforo foliar.pt_BR
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