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dc.contributor.advisorChambers, Jeffrey Q.-
dc.contributor.authorRibeiro, Gabriel Henrique de Mello-
dc.date.accessioned2020-01-10T15:35:19Z-
dc.date.available2020-01-10T15:35:19Z-
dc.date.issued2015-11-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/4989-
dc.description.abstractStorms producing high winds are frequent and major natural disturbance events in the Central and Western Amazon, affecting forest structure and diversity at the landscape level. The stability of Amazonian tree species against storm-induced wind-throw has never been evaluated using direct experimental approaches such as winching. This has typically been related to the distribution of wind speeds, butt little is known about difference in the susceptibility to wind damage cause by site-related difference in growth form. Previous work in the Central Amazon found that tree mortality caused by storm-induced blowdowns, primarily by snapping and uprooting, was highest on plateaus and slopes, while much lower in valley forests. In this study we investigated the critical turning moments (Mcrit) of 60 trees, ranging from 19.0 to 41.1 cm in diameter at breast height (DBH) and located in different topographic positions, using a cable-winch load-cell system. Our approach used torque as a measure of tree failure to a point of no return (snapping or uprooting). Size controlled variation in Mcrit was quantified for cardeiro (Scleronema mincranthum (Ducke) Ducke), mata-matá (Eschweilera spp.), and a random selection of trees across a number of species. Our analysis of Mcrit revealed that tree resistance to failure increased with size and differed among species, but no effects of topography or failure mode were found for the species groups either separately or pooled. For the random species, total explained variance increased from an R2 of 0.49 for DBH alone, to 0.68 when including both DBH and stem wood density (SWD) in a multiple regression model. For the random selection of trees those that have interlocked grain seems not to increase Mcrit whit increases in size ,when compared to similar sized trees with other grain orientation. The slenderness factor (total tree height/DBH, both in m) influence Mcrit for the different groups, overall values bellow 80 show higher resistance. Depending on the size attribute (DBH or above ground biomass (AGB)) for similar sized trees on group is just more resistant than the others. This mechanics approach allows the comparison of tree vulnerability induced by wind damage across ecosystems and facilitates the use of forest structural information in ecosystems models. Our results indicate that topographic differences in wind-throw vulnerability are likely due to elevational differences in wind velocities and crown exposure, rather than by differences in soil properties related to topographypt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDerrubada manual de árvorespt_BR
dc.subjectAlometria arbóreapt_BR
dc.subjectTempestadept_BR
dc.titleVulnerabilidade mecânica de árvores relacionada a tempestades convectivas na Amazônia Central, Manaus (AM)pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.identifier.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/5790046030990301pt_BR
dc.publisher.programCiências de Florestas Tropicais - CFTpt_BR
dc.description.resumoTempestades convectivas com fortes rajadas de vento são distúrbios naturais e eventos frequentes na porção central e oeste da Amazônia, afetando a estrutura florestal e sua diversidade em nível de paisagem. A estabilidade de diferentes espécies arbóreas da Amazônia, relacionadas à queda por vento ainda não haviam sido avaliadas usando abordagens experimentais diretas, tais como a prática de guinchar árvores manualmente. A estabilidade arbórea tem sido previamente relacionada à distribuição e velocidade do vento, mas pouco ainda se sabe sobre as diferenças de susceptibilidade ao vento causada por diferenças de ambiente e formas de crescimento. Estudo prévio na Amazônia Central reportou mortalidade arbórea induzida pelo vento, principalmente por ruptura do tronco e desenraizamento em áreas de encostas e platôs, com menores taxas de mortalidade em áreas de baixio. Nesse estudo foi investigado o momento crítico de queda (Mcrit) de 60 árvores, entre 19,0 cm e 41,1 cm em diâmetro à altura do peito (DAP), localizadas em diferentes posições topográficas, usando um sistema composto por fitas, cabo de aço, tirfor de mão e célula de carga. Essa abordagem usa o torque como uma medida de falha na árvore, na qual um ponto sem retorno é atingido (ruptura do tronco ou desenraizamento). O tamanho das árvores controlou a variação no Mcrit quantificada para cardeiro (Scleronema mincranthum (Ducke) Ducke), mata-matá (Eschweilera spp.), e uma seleção aleatória de espécies arbóreas. As análises de Mcrit revelaram que a resistência arbórea à falha aumentou com o tamanho das árvores e diferiu entre grupos de espécies estudados, porém não foi detectado efeito da topografia ou modo de falha (ruptura do tronco ou desenraizamento) para os grupos estudados, tanto individualmente ou quando agrupados. Para a seleção aleatória de espécies arbóreas, a variância total explicada aumentou de um R2 de 0,49 com uso apenas do DAP, para 0,68 quando tanto o DAP e a média ponderada para a densidade do tronco (Dtronco) foram incluídos em um modelo de regressão múltipla. Dentro do grupo escolhido de forma aleatória, para as espécies que apresentam grã do tipo revessa, menores valores no Mcrit foram reportados quando comparadas a árvores de tamanho similar que apresentem as fibras em outra direção. A esbelteza (relação entre a altura total/DAP, ambas em m) teve influência no Mcrit para os diferentes grupos, de maneira geral valores inferiores a 80 apresentam maior resistência. Dependendo da variável utilizada (DAP ou biomassa acima do solo (BA)), para árvores de similar tamanho, um grupo é simplesmente mais resistente que os demais. Esta abordagem mecânica permite a comparação da vulnerabilidade arbórea, induzida por danos relacionados ao vento entre ecossistemas, facilitando o uso de informações estruturais das florestas em modelagem de ecossistemas. Os resultados indicam, que a vulnerabilidade de árvores a mortalidade induzida por vento, nas diferentes posições topográficas, são provavelmente devido às diferenças em elevação relacionadas a velocidades do vento e a exposição das copas das árvores e não por diferenças de propriedades do solo relacionadas com a topografia.pt_BR
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