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dc.contributor.advisorAlfaia, Sônia Sena-
dc.contributor.authorRibeiro, Aleksander Hada-
dc.date.accessioned2020-01-10T16:39:27Z-
dc.date.available2020-01-10T16:39:27Z-
dc.date.issued2010-10-15-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/5073-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectProdutos florestais não madeireirospt_BR
dc.subjectmanejo indígenapt_BR
dc.subjectLavradopt_BR
dc.subjectMacuxipt_BR
dc.subjectWapixanapt_BR
dc.titleO buriti (Mauritia flexuosa L. f.) na terra indígena araçá, Roraima: usos tradicionais, manejo e potencial produtivopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorNelson, Bruce Walker-
dc.identifier.author-latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4421384H3pt_BR
dc.publisher.programCiências de Florestas Tropicais - CFTpt_BR
dc.description.resumoA importância do buritizeiro para as etnias Macuxi e Mapixana foi avaliada a partir de entrevistas com indígenas. Foram realizadas 10 entrevistas nas comunidades Guariba e Mutamba, focando os usos, manejo e percepção acerca do estado dos buritizais. Foram registrados 33 usos para as diversas partes do buriti, número maior do que o encontrado por outros autores em diversas etnias e comunidades tradicionais. Respostas com percepções diferentes ou contrárias sugerem que muitos indígenas não fazem mais uso constante da espécie, sendo observadas malocas com telhas compradas na cidade e até mesmo indivíduos que não consomem mais o fruto do buriti. Outros resultados obtidos também sugerem uma relação positiva entre retirada e produção de novas folhas, entretanto, suspeita-se que esta relação não se mantenha em situações de coleta repetitiva. Infelizmente não foi possível predizer um número ideal de palhas a ser retirado, sendo necessários para tal, estudos com maior tempo de acompanhamento. Por útimo, O sensor orbital ALOS PALSAR (bandas L-HH e L-HV) foi utilizado para estimar a extensão de buritizais densos nas savanas na Terra Indígena do Araçá (Roraima). Um classificador fuzzy foi treinado com quatro classes de cobertura observadas em imagem QuickBird de alta resolução, que cobre partes da cena PALSAR fora da Terra Indígena. Para cada pixel na cena PALSAR, o classificador forneceu a probabilidade de pertencer a cada classe de cobertura. Com base em áreas independentes de validação na imagem QuickBird, foi escolhido o limiar de >80% de probabilidade de pertencer à classe buritizal , o que corresponde a 144 hectares de buritizais na T.I. Araçá. Através de dados da literatura sobre a produção de frutas, foi estimada uma densidade de 189 árvores ha-1 e 7,4 ton ha-1ano-1. A produção potencial de frutos de buriti na Terra Indígena Araçá é 1.066 ton ano-1, considerando apenas os estandes densos detectados pelo radar orbital. Utilizando análises de mercado de estudos em Roraima e Pará, foi realizada uma estimativa de geração de renda para vinho (suco) e óleo de buriti. Com a produção de frutos anual estimada para a T.I. Araçá, podem ser feitos 266.400 litros de vinho, ao preço total de R$302.400,00. A mesma produção pode produzir 47.520 litros de óleo, ao preço total de R$2.376.000,00. Este potencial de geração de renda pode contribuir com a preservação dos buritizais nas comunidades indígenas presentes no Lavrado.pt_BR
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