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dc.contributor.advisorNelson, Bruce Walker-
dc.contributor.authorNogueira, Euler Melo-
dc.date.accessioned2020-01-10T16:50:01Z-
dc.date.available2020-01-10T16:50:01Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/5170-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectBiomassa florestal -- Amazôniapt_BR
dc.subjectDendometria -- Amazôniapt_BR
dc.subjectMadeira -- Densidade -- Amazôniapt_BR
dc.titleBiomassa de árvores na Amazônia central :pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programCiências de Florestas Tropicais - CFTpt_BR
dc.description.resumoEste estudo foi realizado numa área de floresta densa de terra firme na Amazônia central sobre platô com latossolo argiloso. Foram amostradas 310 árvores, com diâmetro na altura do peito (DAP) entre 5 e 122 cm, representando 186 espécies e morfo-espécies. Os objetivos principais foram: (i) determinar a densidade média de madeira das árvores (peso seco a 103°C dividido pelo volume fresco) e as variações radiais e em altura; (ii) verificar as influências da forma não-circular de seções do fuste e da ocorrência de ocos nas estimativas de volume; (iii) discutir as incertezas existentes nas estimativas de biomassa realizadas apartir de inventário florestal comercial. A densidade média de madeira dos fustes foi de 0,67 g.cm-³ (n=307); 4,3% menor que a densidade ao nível do peito (0,70 g.cm-³). Na altura final do fuste a densidade foi de 0,64 g.cm-³ (n=307). A densidade básica do cerne ao nível do peito foi 5,3% maior que a densidade de todo o disco no mesmo nível (n=149). A densidade do cerne obtida por meio de reidratação durante 14 dias, de amostra previamente seca a 103°C, foi 2,5% maior que a densidade da mesma amostra utilizando seu volume verde. Cálculos convencionais de diâmetro, área basal e volume presumem que os perímetros do fuste representem círculos e que o fuste seja um sólido de revolução. Ajustando para a distribuição diamétrica de um inventário de 72 hectares na Amazônia central, tais presunções resultam em superestimativa de 30% na soma da área basal das árvores grandes (DAP2 maior ou igual a 50 cm; n=18) e 11,2% para as árvores estudadas (n=296). O volume dos fustes, somado para todas as árvores acima de 5 cm de DAP, seria superestimado em 12,3% (a maior parte desta correção foi atribuída à forma não­circular das seções; o efeito de ocos foi apenas 0,6% de redução no volume total). Entretando a superestimativa de volume não influencia as estimativas de biomassa realizadas a partir de volume inventariado. Considerando o diâmetro mínimo inventariado pelo Projeto RADAMBRASIL (31,8 cm), a superestimativa volumétrica (soma de 77 fustes) seria de 17,4%. No entanto, a superestimativa de volume associada com os métodos convencionais não significa que as estimativas de biomassa realizadas apartir dos inventários do RADAMBRASIL estejam superestimadas. Utilizando DAP convencional e volume convencional do fuste, o fator de forma médio, utilizando altura total, para todas as árvores estudadas seria de 0,766 ± 0,087 (n=297). Relacionando DAP convencional com volume corrigido pela forma não-circular das seções e pela presença de ocos, o fator de forma médio foi 0,718 maior ou igual a 0,102 para todas as árvores. Para as 76 árvores com DAP maior ou giual a 31,8 cm (diâmetro mínimo nos inventários do RADAMBRASIL) este tipo de fator de forma foi 0,709 ± 0,126; semelhante ao valor de 0,70 adotado pelo RADAMBRASIL.pt_BR
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