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Título: Desenvolvimento de feijão macuco em área de várzea
Autor(es): Zilvanda Lourenço de Melo
Carlos Roberto Bueno
Assunto: agricultura tropical
feijão macuco
ISSN: 0102-0536
Revista: Horticultura Brasileira
Volume: 18
Resumo: Entre as espécies tropicais que produzem tubérculos encontra-se Pachyrrhizus tuberosus, conhecida popularmente como feijão-macuco ou jacatupé. Objetivou-se avaliar o crescimento da espécie correlacionando o desenvolvimento de órgãos da planta na fase vegetativa, de floração, de frutificação e da formação das raízes tuberosas, bem como avaliar a importância do tutoramento e da eliminação da inflorescência no desenvolvimento da planta e na produção das raízes tuberosas. O estudo foi realizado em área de várzea do Rio Solimões, no período de agosto de 1993 a maio de 1994, tendo-se verificado um total de 1.925 mm de chuva, temperatura média de 26oC e umidade relativa 86,5%. Foi estudado o comportamento de três genótipos (definidos como 1, 2 e 3), submetidos a quatro formas de manejo: com e sem tutoramento das plantas e com e sem poda das inflorescências. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso em esquema fatorial 3 x 2 x 2 (respectivamente introduções, tutoramento e retirada das inflorescências). Foram utilizadas três repetições e as parcelas mediram 15,5 x 25,0 metros. O tratamento tutorado promoveu acúmulo da matéria seca dos frutos e do caule, resultando em maior peso da matéria seca da parte aérea. De maneira geral, no tratamento tutorado houve incremento ordenado das partes aérea e subterrânea. As taxas de crescimento dos genótipos estudados apresentaram um mesmo padrão de desenvolvimento das plantas. Houve tendência das plantas tutoradas de apresentarem maior crescimento relativo. A poda das inflorescências promoveu aumento considerável do peso das raízes tuberosas, chegando a aumentar em até 4,6 vezes, em comparação com o tratamento com inflorescências. Além de aumentar o peso da matéria seca das folhas, a poda das inflorescências favoreceu também um aumento nos teores de clorofilas a, b e total, aos 160 dias após a semeadura. Pelos resultados obtidos nesse trabalho, concluímos que o tutoramento das plantas, associado à remoção das inflorescências, favoreceu o desenvolvimento do feijão macuco.
URI: http://repositorio.inpa.gov.br/handle/123/2013
ISSN: 0102-0536
DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362000000100003
Local de publicação: Brasil
Aparece nas coleções:Coordenação de Biodiversidade (CBIO)

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