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Título: VARIAÇÃO NO TEMPO DE ECLOSÃO DOS CISTOS DE Artemia salina E TESTE DE TOXICIDADE DOS CONSTITUINTES DE Spathelia excelsa
Autor(es): Wagner Alan dos Santos Moreira
Maria da Paz Lima
Patrícia de Almeida Telles Macari
Loreta Ennes de Carvalho
Assunto: Artemia salina
Otimização de TAS
Spathelia excelsa
ISSN: 1983-4209
Revista: Biofar: Revista de Biologia e Farmácia
Volume: 9
Resumo: O ensaio pré-seletivo mais utilizado na busca de princípios ativos em plantas é o de toxicidade em Artemia salina (TAS), que consiste na exposição das larvas, geralmente com 48 horas de eclosão, à amostra teste em solução salina, cuja letalidade é avaliada após 24 horas. Na implementação do TAS em nosso laboratório, testou-se extratos das raízes de Spathelia excelsa utilizando-se larvas com esse tempo de eclosão, porém, foi observado no grupo controle uma mortalidade alta além de movimentos lentos nas larvas sobreviventes, as quais apresentavam-se bem desenvolvidas, sugerindo não serem recém-eclodidas. Assim, avaliou-se o tempo de eclosão dos cistos (16 horas) e repetiu-se o experimento com os materiais vegetais cujos resultados evidenciaram a toxicidade alta do extrato hexânico+diclorometano (CL50=0,23 μg/mL) e das substâncias 10-(2,3-epóxi-3-metilbutanil) spatheliacromeno (CL50=2,06 μg/mL) ecasimiroina (CL50=2,12 μg/mL). Na rotina do TAS temos utilizado larvas eclodidas entre 14,5 a 17 horas, não sendo observada mortalidade no grupo controle.
URI: http://repositorio.inpa.gov.br/handle/123/4659
ISSN: 1983-4209
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