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Título: Mercúrio total em pescado de água doce
Autor(es): Sandra Emi Kitahara
Isaura A. Okada
Alice M. Sakuma
Odair Zenebon
Rogério Souza de Jesus
Alfredo TenutaFilho
Assunto: mercúrio total
peixes de água-doce
pescado
ISSN: 0101-2061
Revista: Ciência e Tecnologia de Alimentos
Volume: 20
Resumo: O mercúrio total foi quantificado em 11 espécies de peixes de água-doce, originárias de diferentes procedências comerciais. O mercúrio vem sendo utilizado na agricultura, indústria, mineração, etc., e isso tem provocado drástico aumento desse metal no meio ambiente, atingindo em conseqüência a cadeia trófica. Nesse contexto, o homem, através do consumo de alimentos, principalmente pescado, torna-se vulnerável à ação tóxica do mercúrio. Os resultados obtidos para as espécies mandi – Pimelodus maculatus, tilápia – Tilapia sp, sagüiru – Cyphocharax modestus, lambari – Astyanax sp, sardela – Triportheus sp, traíra – Hoplias sp, curimbatá – Prochilodus sp e dourado – Salminus sp, comercializadas em São Paulo – SP, e para o jaraqui – Semaprochilodus insignis, curimatã – Prochilodus nigricans e matrinchã – Brycon sp, procedentes da Amazônia brasileira, variaram de 0,01 a 0,39mgHg/Kg. Os resultados observados, sob o ponto-de-vista de Saúde Pública, estão abaixo dos limites de tolerância brasileiros, de 0,5 e 1,0mgHg/Kg, para espécies não-predadoras e predadoras, respectivamente. Nas espécies de hábito alimentar carnívoro (traíra e dourado) os teores de mercúrio foram de 0,26 a 0,39mgHg/Kg. A expectativa de ocorrência de espécies excessivamente contaminadas não se confirmou.
URI: http://repositorio.inpa.gov.br/handle/123/4725
ISSN: 0101-2061
DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612000000200024
Aparece nas coleções:Coordenação de Tecnologia e Inovação (COTI)

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