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Título: Plants of the Araceae family for malaria and related diseases: a review
Autor(es): Gina Frausin
Renata Braga Souza Lima
Ari de Freitas Hidalgo
Lin Chau Ming
Adrian Martin Pohlit
Assunto: Anthurium
Philodendron
Rhaphidophora decursiva
ISSN: 1983-084X
Revista: Revista Brasileira de Plantas Medicinais
Volume: 17
Resumo: No presente trabalho realizamos uma revisão das espécies da família Araceae usadas para tratar malária e seus sintomas. O objetivo foi revelar o grande número de espécies da família usadas no mundo, assim como seu potencial como fontes de produtos naturais antimaláricos. Foram consultadas as plataformas de busca SciFinder Scholar, Scielo, PubMed, ScienceDirect e Google books. Encontramos quarenta e três registros de 36 espécies e 23 generos de Aráceas usadas para tratar malária e seus sintomas. Os generos neotropicais Philodendron Schott e Anthurium Schott foram os melhor representados, úteis para o tratamento da malária, febres, problemas hepáticos e dores de cabeça. Folhas e tubérculos foram as partes mais utilizadas, enquanto a decocção foi o método de preparo mais comum. Os extratos de espécies de Araceae inibem o crescimento in vitro do parasito da malária humana, Plasmodium falciparum Welch, e concentrações inibitórias medianas (CI50) significativas foram relatadas para extratos de guaimbê-sulcado (Rhaphidophora decursiva (Roxb.) Schott), aninga (Montrichardia linifera (Arruda) Schott), Culcasia lancifoliaN.E. Br. e anchomanes do mato (Anchomanes difformis (Blume) Engl.), demonstrando o potencial antimalárico e citotóxico de extratos e subfrações. No único relato sobre os componentes antimaláricos dessa família, a neolignana polisiforina e o benzoperóxido rafidecurperoxina apresentaram forte inibição das cepas D6 e W2 de Plasmodium falciparum in vitro (CI50 = 368-540 ng/mL). Nenhum estudo sobre a atividade antimalárica in vivo em modelo animal foi realizado com espécies da família Araceae. Mais trabalhos biomonitorados pela composição química sobre a atividade antimalárica in vitro, assim como estudos in vivo, são necessários para aprofundar os conhecimentos sobre potencial antimalárico da familia.
URI: http://repositorio.inpa.gov.br/handle/123/5320
ISSN: 1983-084X
DOI: https://dx.doi.org/10.1590/1983-084x/14_024
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