Relatório de pesquisa

Plantios agroflorestais para Amazônia, quarenta anos de pesquisa do INPA

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Descrevem-se o surgimento e evolução do assunto agroflorestal, junto com a experiência, de mais de 40 anos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) na implantação e acompanhamento de plantios agroflorestais. Argumenta-se que o planejamento de um plantio agroflorestal sempre deve focar no estabelecimento agrícola individual e ter a participação da família, para garantir que o plantio se adeque ao uso da terra e seja do interesse dessa família. Para realizar isso, apresenta-se o método “Diagnóstico e Desenho Agroflorestal Participativo”. Relatam-se experiencias com diversas sistemas e espécies agroflorestais para terra firme e várzea (inclusive uma com abelhas sem ferrão, componente do pomar caseiro). A grande diversidade genética das espécies arbóreas nativas dificulta a comercialização e, no caso da pupunheira (Bactris gasipaes), impossibilita o processamento em escala industrial. Apresenta-se um método de melhoramento genético, relativamente simples, barato e rápido, sendo usado para o tucumãzeiro (Astrocaryum aculeatum), pupunheira e açaí-do-amazonas (Euterpe precatoria). Na Amazônia, avançam os SAFs baseados em palma de óleo. Outro fator que pode mudar a agricultura aqui é a comunicação digital. Descreve-se como o “pequeno” agricultor planta e consorcia árvores e discutem-se os problemas da promoção de plantios agroflorestais entre eles. Anota-se que a pesquisa para publicar dificulta a solução de problemas reais.

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