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Estudo comparativo da florística de borda de cinco clareiras na área de exploração petrolífera no Rio Urucu AM.
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Resumo
Em função da atividade de exploração de petróleo porções de floresta vêm sendo removidas,
produzindo clareiras para diferentes usos como: prospecção de petróleo, estabelecimento de
poços, extração de material para abertura e manutenção da infra-estrutura viária, transporte de
óleo e gás (dutos). Essas áreas desflorestadas já somam 300 ha em frações de 0,02 a 5 ha, sendo
grandes os esforços para sua recuperação (Martins e Furtado, 2004).
Por outro lado, tal situação se dá em uma floresta de terra firme praticamente intacta, ocasionando
uma situação atípica aos padrões de desflorestamento na Amazônia. Ao invés de áreas
predominantemente desflorestadas com fragmentos de floresta, tem-se uma floresta primária
contendo áreas desflorestadas ou parcialmente recuperadas. Essa peculiaridade implica em
diferentes respostas da vegetação nativa fragmentada que agora margeia essas áreas abertas e
está submetida ao efeito de borda.
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