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Arquitetura hidráulica de árvores da Amazônia Central

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Bruno Oliva Gimenez

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Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA

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Resumo

A relação da floresta e a água é um dos temas mais estudados da atualidade. Entretanto, para entender a floresta o papel da floresta na ciclagem da água como um todo é importante entender primeiro o sistema de condução de água das árvores, ou seja, a arquitetura hidráulica. Com isso esse trabalho pretende analisar os traços funcionais hidráulica de árvores em três níveis: variação dos traços funcionais dentro de uma espécie em um gradiente vegetacional; variação dos traços funcionais hidráulicos em diferentes ambientes em nível de comunidade, e; relação dos traços hidráulicos com traços não hidráulicos e parâmetros demográficos de espécies coexistes. De maneira geral, as espécies ocorrentes em diferentes fitofisionomias apresentam plasticidade fenotípica em determinados traços que permitem equilibrar diferentes aspectos do uso da água. A nível de ecossistemas, tão importante quanto a variação da dos traços funcionais são as relações que eles assumem dependendo do ambiente amostrado. Espécies co-existentes apresentam estratégias diversificadas de vida, onde espécies com menor densidade de madeira têm características mais aquisitivas com maior capacidade hidráulica e maiores concentrações de nutrientes foliares, resultando em maiores taxas de crescimento às custas de maiores taxas de mortalidade. A compreensão aprofundada da estrutura hidráulica das árvores, sua variabilidade entre grupos e ambientes, e a importância dos traços relacionados aos vasos destaca a multiplicidade de estratégias de uso da água pelas espécies coexistentes. Esta pesquisa reforça a necessidade contínua de investigação para uma melhor gestão das florestas e previsão das mudanças ambientais, enfatizando a importância dos traços funcionais em estudos ecossistêmicos.

Abstract:

The relationship between forests and water is one of the most studied topics today. However, to understand the role of forests in the water cycle as a whole, it is important to first comprehend the water conduction system within trees, known as hydraulic architecture. This study aims to analyze hydraulic functional traits of trees on three levels: the variation of functional traits within a species along a vegetational gradient, the variation of hydraulic functional traits in different community-level environments, and the relationship between hydraulic traits and non-hydraulic traits, as well as demographic parameters of coexisting species. In general, species occurring in different phytophysiognomies exhibit phenotypic plasticity in certain traits that enable them to balance various aspects of water use. At the ecosystem level, as important as the variation in functional traits is the relationships they exhibit depending on the sampled environment. Coexisting species demonstrate diversified life strategies, where species with lower wood density have more acquisitive characteristics, including higher hydraulic capacity and greater foliar nutrient concentrations, resulting in higher growth rates at the expense of increased mortality rates. The in-depth understanding of tree hydraulic structure, its variability among groups and environments, and the significance of vessel-related traits highlight the multiplicity of water use strategies among coexisting species. This research underscores the ongoing need for investigation to enhance forest management and predict environmental changes, emphasizing the importance of functional traits in ecosystem studies.

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