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dc.contributor.advisorPereira Filho, Manoel-
dc.contributor.authorMachado, Michel Lopes-
dc.date.accessioned2020-02-13T18:22:09Z-
dc.date.available2020-02-13T18:22:09Z-
dc.date.issued2006-09-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/11319-
dc.description.abstractAquaculture in Amazonas state is increasing at a very high ratio in the last few years, and the tambaqui is the main cultured specie. Feeding may represent up to 60% of the final producing costs. A research area increasing rapidly in aquaculture is on the development and use of probiotics, microorganisms living in the gastrintestinal tract that may have benneficial effects to the host. Isolation and enumeration of bacterial microbiota have been carried out, and the best protease extracellular producers were tested to be incorporated in fish diets. Amylolytic, lipolytic and proteolytic activities have been screened, and viable count of the enzyme producing were 1,31 x 108, 1,82 x 108 and 1,27 x 108 UFC/g digestive tract, respectively, with four, 29 and 46 extracellular producers. Within the 46 extracellular protease producers, six of them have exhibited higher activity than two UA, 32 have exhibited activity between one and two UA and eight had activity lower than one UA. Isolates TP1, TP20 e T3P18 have been considered not pathogen, and the incorporation process to diet has been evaluated. Pure cultures of these strains have been selected for morphological and biochemical characterization. On the basis of these tests, the isolate TP1 was identified as Micrococcus sp. and the others to genus Bacillus sp. We observed a decaying of 102 viable counts in the experimental diet tested during the process. There is a distinct microbial source of digestive enzymes (amylase, lipase and protease) apart from the endogenous sources in tambaqui gastrointestinal tract. The extracellular protease producing bacteria kept viable after incorporation process.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectTambaquipt_BR
dc.subjectNutrição do Tambaquipt_BR
dc.subjectEnzimas digestivas noTambaquipt_BR
dc.titlePotencialidade do uso de bactérias secretoras de enzimas digestivas no cultivo do tambaqui Colossoma macropomum (Cuvier, 1818)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorMatsuura, Takeshi-
dc.identifier.author-latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4705235J1pt_BR
dc.publisher.programBiologia de Água Doce e Pesca Interior - BADPIpt_BR
dc.description.resumoA piscicultura é uma atividade na área da produção animal que apresentou altas taxas de crescimento no estado do Amazonas nos últimos anos, sendo o tambaqui a espécie mais cultivada. As despesas com alimentação podem ser responsáveis por até 60% do custo de produção. Uma área de pesquisa que está crescendo em aqüicultura é o desenvolvimento e uso de probióticos, microrganismos vivos que habitam o trato gastrintestinal que podem conferir alguma vantagem para o hospedeiro. Estudos com tambaqui indicam que a inclusão de enzimas exógenas na ração aumenta a digestibilidade dos nutrientes. Neste trabalho foi realizado um screening de bactérias secretoras de enzimas digestivas no trato gastrintestinal do tambaqui, e os isolados secretores de protease mais promissores foram submetidos a um processo de inclusão na ração experimental. As atividades testadas foram amilolítica, lipolítica e proteolítica. A contagem de colônias produtoras das enzimas foi de 1,31 x 108, 1,82 x 108 e 1,27 x 108 UFC/g de tecido, respectivamente, com quatro, 29 e 46 isolados secretores. Dentre os 46 isolados secretores de protease, seis apresentaram atividade maior do que duas unidades de atividade (UA), oito apresentaram atividade entre uma e duas UA e 32 tiveram atividade menor que uma UA. As linhagens TP1, TP20 e T3P18 passaram por teste de patogenicidade in vivo, não causaram mortalidade e foram adicionadas à ração. Culturas puras dos isolados foram caracterizadas morfológica e bioquimicamente e, de acordo com os testes, foram identificadas como Micrococcus sp. e Bacillus sp. Houve uma perda da ordem de duas potências no número de células viáveis durante o processo de fabricação em todas as rações experimentais. O tambaqui conta com uma fonte microbiana (portanto exógena) de enzimas (amilase, lipase e protease), além das fontes endógenas presentes no seu trato gastrintestinal, que podem auxiliar no processo digestivo. A incorporação dos microrganismos à ração mostrou-se viável.pt_BR
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