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Title: Abelhas africanizadas Apis mellifera scutellata Lepeletier, 1836 (Hymenoptera: Apidae: Apinae) exploram recursos na floresta amazônica?
Other Titles: Do Africanized honeybees explore resources in the amazonian forest?
Authors: Oliveira, Luiz Antonio de
Cunha, Jorge Alcântra
Keywords: Espécies Introduzidas
Apicultura
Competição Por Recursos
Exotic Species
Beekeeping
Resource Competition
Issue Date: 2005
metadata.dc.publisher.journal: Acta Amazonica
metadata.dc.relation.ispartof: Volume 35, Número 3, Pags. 389-394
Abstract: The African honeybees (Apis mellifera scutellata) were introduced accidentally to Brazil in 1956 where it subsequently interbred with other subspecies of European honeybee here introduced in the 19th century. This resulted in hybrids with predominantly African honeybee characteristics, such as higher capacity of swarming and survival in inhospitable conditions, allowing them to adapt quickly and expand throughout nearly of the Americas. Moreover, to date there is much controversy about the probable impact of these bees, called Africanized honey bees, on native bees. In the Americas, Africanized honeybees are limited to regions of low altitude and cool winters, and in Brazil they occur principally in urban areas, and open or disturbed vegetation, not occurring in the interior of dense forest such as the Amazon Forest. We offered various kinds of bait in the interior of continuous forest, and in forest fragments to verify if Africanized honeybees would be capable of penetrate in it. No Africanized honeybee workers visited any baits in continuous forest or in forest fragments, but they did so in deforested/open areas. This result indicates that there is no possibility of source competition between Africanized and native bees within Amazon forest, and also indicates that large-scale beekeeping is unlikely to succeed in this region, because forest is not explored by Africanized bees.
metadata.dc.description.resumo: As abelhas africanas (Apis mellifera scutellata) foram trazidas para o Brasil na década de 1950 e, por acidente, cruzaram-se com outras subespécies de abelhas melíferas européias introduzidas no século XIX. Isso proporcionou o surgimento de híbridos com características predominantes das abelhas africanas, tais como rusticidade e maior capacidade de enxamear, o que lhes permitiu uma rápida adaptação e expansão por quase todo continente americano. Até hoje existem controvérsias se essas abelhas, denominadas africanizadas, causam algum impacto sobre a fauna de abelhas nativas. Nas Américas, as africanizadas estão restritas a regiões de baixas altitudes e de invernos amenos; no Brasil, ocorrem principalmente em áreas urbanas e formações vegetacionais abertas ou adulteradas, sendo dificilmente vistas ou coletadas no interior de florestas densas como a amazônica. Diante dessa observação, diversas iscas foram disponibilizadas no interior de fragmentos de florestas e de florestas contínuas na Amazônia central, para testar se operárias de abelhas africanizadas seriam capazes de penetrar nos mesmos. Nenhuma operária foi vista visitando as iscas na floresta contínua ou mesmo nos fragmentos de floresta, ocorrendo visitas somente nas áreas desmatadas e capoeiras próximas. Esse resultado, além de indicar a inexistência de competição por recursos com as abelhas nativas no interior da floresta amazônica, também indica que uma apicultura em grande escala na região seria inviável, uma vez que a floresta não é sequer visitada por essas abelhas.
URI: https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/13328
metadata.dc.identifier.doi: 10.1590/S0044-59672005000300013
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