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dc.contributor.advisorMatoso, Daniele Aparecida-
dc.contributor.authorSilva, Hallana Cristina Menezes da-
dc.date.accessioned2021-04-16T18:41:32Z-
dc.date.available2021-04-16T18:41:32Z-
dc.date.issued2016-07-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/37595-
dc.description.abstractThe transposable elements are known for their ability to move and integrate into the genome ofthe host organism randomly. They have two classifications: Class I is the retrotransposons' class that have as an intermediary transposition RNA, which from it is synthesized cDNA and this is inserted into the genome. The retrotransposons are classified in two ways, those with long terminal repeats, called retrotransposons LTRs and those who do not have this repetition is called retrotransposons not - LTRs. The retrotransposons not - LTRs can still be classified as LINEs (long interspersed elements) and SINES (short interspersed elements); Class II is composed of DNA transposons, which have their own DNA as an intermediary migrating or being directly copied and inserted into the genome. The Rex1 is retrotransposon not-LTR of Rex family and is found in several types of organisms. Several studies indicate that the Rex family retrotransposons have the capacity to respond to environmental stress. In this study we were made chromosome mapping and the absolute quantification Rex1 in Colossoma macropomum that have undergone environmental stress by water contamination with copper. The results corroborate the hypothesis that this retrotransposon has a response to that kind of stress in the muscle tissue of the Tambaqui. Found in chromosome mapping by fluorescence in situ hybridization, highest number oftags in animals which were subjected to stress and images were quantified in the FLIMA software, confirming that data through the highest fluorescence ratio. In Tambaqui absolute quantitation of muscle samples from the PCR Real - Time also found larger numbers ofcopies ofRex1 the samples were subjected to environmental stress copper.en
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisa da Amazônia - INPApt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectTambaquipt_BR
dc.subjectColossoma macropomumpt_BR
dc.subjectBiologia Molecularpt_BR
dc.titleMapeamento Cromossômico e Expressão Gênica do Elemento Retrotransponível Rex1 em Colossoma macropomum (Serrasalmidae, Characiformes) submetidos ao metal pesado Cobre (Cu++)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorRibeiro, Leila Braga-
dc.identifier.author-latteshttp://lattes.cnpq.br/8750939099048003pt_BR
dc.publisher.programGenética, Conservação e Biologia Evolutiva - GCBEvpt_BR
dc.description.resumoOs elementos transponíveis são conhecidos pela capacidade de se mover e se integrar no genoma do organismo hospedeiro. Eles possuem duas classificações: a classe I é a classe dos retrotransposons que possuem como intermediário da transposição o RNA, a partir do qual é sintetizado o cDNA e este é inserido no genoma. Os retrotransposons são classificados de duas maneiras, os que possuem repetições terminais longas, chamados de retrotransposons LTRs, e os que não possuem essa repetição, sendo chamados de retrotransposons não – LTRs. Os retrotransposons não – LTRs ainda podem ser classificados como LINEs (elementos longos interespaçados) e SINEs (elementos curtos interespaçados); a classe II é composta por transposons de DNA, que possuem como intermediário o próprio DNA migrando diretamente ou sendo copiado e inserido no genoma. O Elemento Retrotransponível Rex1 é um retrotransposon não LTR da família Rex e é encontrado em vários tipos de organismos. Vários estudos apontam que os retrotransposons da família Rex possuem a capacidade de resposta ao estresse ambiental. Nesse estudo foram feitos o mapeamento cromossômico e a quantificação absoluta de Rex1 em Colossoma macropomum submetidos a estresse ambiental por contaminação da água com cobre. Os resultados encontrados corroboram a hipótese de que esse retrotransposon possua uma resposta a esse tipo de estresse no tecido muscular do Tambaqui. No mapeamento cromossômico encontramos, através da hibridização in situ por fluorescência, maior número de marcações em animais que foram submetidos ao estresse e as imagens foram quantificadas no software FLIMA, confirmando esse dado através do maior coeficiente de fluorescência. Na quantificação absoluta das amostras de músculo de Tambaqui a partir da PCR Real – Time, também encontramos maiores números de cópias de Rex1 nas amostras que foram submetidas ao estresse ambiental por cobre.pt_BR
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