Tese
Características evolutivas, funcionais, espectrais e taxonômicas da comunidade de cupins amazônicos
Carregando...
Data
Organizadores
Autores
Orientador(a)
Coorientador(a)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Resumo
As características morfológicas das espécies têm sido bastante utilizadas para inferir
sobre hábitos de vida. No entanto, para inferir sobre o seu comportamento, é fundamental que
as espécies sejam identificadas. Portanto, um dos objetivos deste estudo foi testar se a
espectroscopia no infravermelho próximo seria um método eficiente para separar espécies de
cupins, utilizando a casta soldado e operário. Em seguida, utilizamos características
morfológicas das espécies, como mandíbulas e pernas da casta operário para inferir sobre seu
comportamento de vida e hábitos alimentares. Por fim, verificamos se a composição das
espécies e os grupos tróficos se modificam quando uma área é manejada em períodos distintos.
Nós mostramos que a espectroscopia no infravermelho próximo é uma ferramenta eficaz para
discriminar espécies de cupins, além de auxiliar aquelas espécies que apresentam apenas a casta
operário. Essas espécies que apresentam apenas operários são comumente descartadas por ser
quase impossível sua identificação. Em relação as características morfológicas, a forma das
mandíbulas dos operários foi a característica mais importante para separar os grupos tróficos.
Além disso, o estudo mostrou também que essa característica está relacionada a evolução dos
grupos tróficos. Em relação a distribuição das espécies, observamos que o tempo pós-manejo,
não afetou a composição das espécies e nem dos grupos tróficos. Além disso, a porcentagem
de argila no solo, foi a variável que teve relação com a composição de espécies. Portanto,
podemos concluir que os traços utilizados, tanto para separar espécies (espectro), quanto para
inferir sobre a evolução dos hábitos alimentares (forma das mandíbulas), servem para esclarecer
dúvidas taxonômicas e processos evolutivos das espécies.
Abstract:
The morphological traits of the species have been widely used to infer life habits.
However, to infer about their behavior, it is essential that the species be identified. Therefore,
one of the objectives of this study was to test whether near-infrared spectroscopy would be an
efficient method to separate termite species, using the soldier and worker caste. Then, we used
morphological traits of the species, such as mandibles and legs of the worker caste, to infer their
life behavior and eating habits. Finally, we verified whether species composition and trophic
groups change when an area is managed at different times. We show that near-infrared
spectroscopy is an effective tool to discriminate termite species, in addition to helping those
species that have only the worker caste. Those species that have only workers are commonly
discarded as it is almost impossible to identify them. Regarding the morphological
characteristics, the shape of the workers' mandibles was the most important trait to separate the
trophic groups. In addition, the study also showed that these traits are related to the evolution
of trophic groups. Regarding the distribution of species, we observed that the post-management
time did not affect the composition of species or trophic groups. In addition, the percentage of
clay in the soil was the variable that was related to the species composition. Therefore, we can
conclude that the traits used, both to separate species (spectrum) and to infer about the evolution
of eating habits (shape of the mandible), serve to clarify taxonomic doubts and evolutionary
processes of the species
Descrição
Palavras-chave
Citação
DOI
ISSN
Coleções
Avaliação
Revisão
Suplementado Por
Referenciado Por
Licença Creative Commons
Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como CC0 1.0 Universal

